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O seu banco está protegendo os clientes do Covid-19?

Num ambiente em que os clientes precisam digitar senhas e/ou utilizar de biometria para acessar serviços, todo cuidado contra o coronavírus é pouco.

No site do Bradesco, a mensagem no topo indica preocupação. “Use o App Bradesco para fazer transações e consultas sem sair de casa”. No ambiente dos caixas eletrônicos na cidade de Santo Estêvão, na Bahia, no entanto, a impressão é outra. Nenhum vaso de álcool gel para quem resolve ir até a agência, a não ser no ambiente interno, que não está acessível por conta da greve de vigilantes, iniciada no último dia 10. Um funcionário no local informou que existe dificuldade em conseguir a substância para disponibilizar para os clientes.

No Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal, o cenário é o mesmo. Os clientes, que obrigatoriamente, acabam tocando na maçaneta da porta, nas máquinas de uso comum e em outros objetos precisam levar seu próprio álcool se quiserem se proteger.

Na Caixa, um compartimento com álcool gel no interior da agência, agora longe dos clientes. No Banco do Brasil, nem isto. “O cuidado com as pessoas é nossa maior prioridade” – é o que diz na mensagem de topo do site desta instituição financeira. Mas parece que o cuidado ficou mesmo no universo virtual. Pelo menos em Santo Estêvão.

O Dr. Augusto Aníbal Nunes, do Instituto Couto Maia – hospital especializado em doenças infectocontagiosas – chama atenção para os riscos e sugere cuidados:  “Importante frisar que a orientação é que as pessoas reduzam ida também às agências bancárias e máquinas de caixa eletrônico. Pelo elevado risco de contágio pelos sucessivos toques , há uma recomendação de que, como é serviço essencial , os bancos precisam, em função de estado epidêmico de importância nacional , rever e readequar mudanças internas de funcionamento dessas unidades com grande número de funcionários e que produzam naturalmente aglomeração populacional, disponibilizando, como bom senso, essas mudanças como disponibilizado de álcool gel ou liberando as pessoas com mais agilidade e revendo processos de atividade bancária por aplicativos por exemplo !”.

Reportagem: Lis Bragä – @lisbragaoficial

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